Créditos: Nem todo mundo espera, mas…


Produtoras como a Prologue investem numa area de motion específica que consiste em deixar os créditos de um filme ou um seriado mais interessante. Sim eles conseguem. Porém, mesmo que um crédito inicial ou final seja ou não embelezado com mel visual, tenho uma leve impressão de que poucos percebem o conceito por trás de vários nomes e várias funções: trabalho em equipe + resultado de uma obra única.

Claro que, se olhar do ponto de vista da indústria do entretenimento dos EUA, tirando alguns cargos de direção que precisam saber de tudo um pouco, a maioria daqueles “nomezinhos” acabam por fazer parte de tarefas muito específica de uma linha de montagem, mas por outro lado há algo que eu gostaria muito que algumas pessoas ao meu redor entendessem: você não vai fazer uma obra de entretenimento inteira sozinho e conseguir um resultado satisfatório sozinho. Alias, esqueça essa palavra: sozinho, pois, em plena era de co-working, co-design e co-funding, ela é totalmente inútil.

Fique de olho, ou você é parte de um todo, ou você é o todo, e normalmente quem é o todo não é parte de nada (há excessões, mas se você fosse uma não teria tempo nem para ler esse texto). No meu caso, eu sou parte de muito pouco, pois por um longo tempo me entendi como um todo. Este texto além de soar muito contraditório, tem muito a dizer sobre como querer realizar sozinho uma grande ideia não te leva a lugar algum. Afinal, isto aqui só existe porque decidi admitir a minha ignorância. E você, vai admitir a sua?

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